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  • Qualquer atividade no setor privado pode ser terceirizada, incluindo atividades-fim, exceto empresas de vigilância e transporte de valores. Não houve restrições em relação ao serviço público, que também poderão ser ocupados por esses trabalhadores;

  • As empresas terceirizadas serão as pessoas jurídicas de direito privado destinadas a prestar à contratante serviços determinados e específicos;

  • Não se configura vínculo empregatício entre trabalhadores, ou sócios das empresas prestadoras de serviços, qualquer que seja o seu ramo, e a empresa contratante;

  •  A contratante não poderá utilizar trabalhadores terceirizados em atividades distintas das acordadas em contrato com a empresa prestadora de serviços. Toda atividade realizada deverá constar em contrato;

  • Os serviços contratados poderão ser executados nas instalações físicas da empresa contratante ou em outro local, desde que seja de comum acordo entre as partes;

  • As empresas terceirizadas precisarão cumprir o que está previsto na legislação trabalhista com seus funcionários sob o risco de serem punidas pela fiscalização do Ministério do Trabalho e pela Justiça do Trabalho, garantindo desta forma, os direitos dos trabalhadores;

  • A empresa contratante será subsidiariamente responsável pelas obrigações trabalhistas, ou seja, o terceirizado deverá cobrar o pagamento de direitos trabalhista da empresa terceirizada.

  • A contratante será obrigada a garantir condições de segurança, higiene e salubridade dos trabalhadores, independentemente de o trabalho ser realizado nas dependências ou em local previamente convencionado em contrato;

  • As empresas poderão estender ao terceirizado o mesmo atendimento médico, ambulatorial e de refeições destinado aos empregados (não é obrigatório);

  • A Lei já entrou em vigor, desde a data da sua publicação, dia 31/03/2017.

A Associação Brasileira de Procons - ProconsBrasil, entidade integrada pelos Procons de todo o país, vem a público expressar preocupação e orientar os consumidores sobre o saque do FGTS.

O governo federal divulgou nos últimos dias o calendário de saque das contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS e com a mudança nas regras para o saque, passam a ter direito a sacar o dinheiro os trabalhadores que têm saldo em uma conta inativa até 31 de dezembro de 2015.

A medida, que objetiva injetar dinheiro na economia, trouxe algumas preocupações para os órgãos de defesa do consumidor, especialmente em relação aos correntistas da Caixa Econômica Federal, cujo crédito será automaticamente depositado em conta poupança e também em relação àqueles trabalhadores que optarem pela transferência dos recursos para suas respectivas contas em outras instituições financeiras.

De acordo com Claudia Silvano, diretora do Procon-PR e presidente da Associação Brasileira de Procons - ProconsBrasil, entidade integrada pelos Procons de todo o país, “no momento em que os valores do FGTS forem depositados e em havendo débitos em aberto, os mesmos serão imediatamente destinados à cobertura das dívidas, procedimento ilegal, uma vez que tais recursos têm natureza alimentar, assim como o salário, não podendo ser bloqueados para quitação de débitos”, avalia.

Portanto, os consumidores devem ficar atentos e, se tal procedimento ocorrer, deverão buscar o desbloqueio dos valores junto aos agentes financeiros e, não havendo solução espontânea, deverão registrar uma reclamação na plataforma www.consumidor.gov.br ou no Procon de sua cidade.

A Proconsbrasil orienta ainda que a utilização desses recursos deve ser uma escolha do consumidor, que poderá, é claro, negociar seus débitos com os bancos, buscando a melhor saída para sua situação financeira.

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O governo divulgou nesta terça-feira (14), o calendário de saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), os saques começam no dia 10 de março.

Antes, só tinha direito a sacar o FGTS de uma conta inativa quem estivesse desempregado por, no mínimo, três anos ininterruptos. Agora, a pessoa que pediu demissão ou foi demitida por justa causa até 31 de dezembro de 2015 vai poder sacar o saldo que ficou na conta. O trabalhador, no entanto, não pode sacar o FGTS de uma conta ativa, ou seja, que ainda receba depósitos pelo empregador atual.

 Como faço para consultar o meu saldo?

O beneficiário pode consultar seu extrato do FGTS presencialmente no balcão de atendimento de agências da Caixa. Também é possível ir a um posto de atendimento e fazer a consulta utilizando o Cartão Cidadão ou ainda no site da Caixa.

As informações oficiais sobre o FGTS estão disponíveis no site www.caixa.gov.br


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Salario Minimo 2017

 

Começou a valer no dia 1º de janeiro o novo salário mínimo nacional. De R$ 880,00 reais, o valor passou para R$ 937,00 reais: um reajuste de 6,47%.

Alguns estados seguem o valor estabelecido pelo governo federal e outros têm legislação sobre piso próprio. No caso do Paraná, o mínimo regional atual está em vigor até 1° de abril de 2017 e ainda não há previsão de quanto será o reajuste. O mínimo estadual não se aplica aos empregados com piso salarial definido pela lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho, e aos servidores públicos.

A correção do salário mínimo também altera os valores de benefícios sociais, como o seguro-desemprego e o seguro-defeso, pago a pescadores, e trará correções na tabela de contribuições ao INSS. 

 

curriculo profissional

 

 

Como elaborar um bom currículo

Pessoal, o primeiro passo para buscar uma colocação ou recolocação no mercado de trabalho, é ter um bom currículo.

Ter um bom currículo não significa um currículo extenso, cheios de informações, letras, bordas e fontes elaboradas, pelo contrário, ele deve ser simples e objetivo, preferencialmente com duas folhas, focado na vaga que se almeja e outro quesito muito importante é ortografia correta. Sendo assim, segue abaixo um cronograma de como montá-lo, pois desta forma, facilita o trabalho do recrutador e aumenta suas chances de se destacar e ser selecionado.

Dados Pessoais

Nome completo, idade, estado civil, endereço e contatos, sendo número de telefone e e-mail. Mantenha seus contatos atualizados e sempre que participar de um processo seletivo fique atento a possíveis ligações e recebimento de e-mail, para evitar desperdiçar uma oportunidade devido à desatualização ou falta de contato.

Objetivo

Seu objetivo profissional deve ser descrito em apenas uma linha, abordando somente o cargo e a área de interesse. Evite indicar muitas áreas de interesse no mesmo currículo, não soa bem.

Formação acadêmica

Coloque o nome da instituição de ensino, curso e datas de início e término dos cursos que frequentou, apresentando-os por ordem de importância (pós-graduação, graduação etc.). Cursos técnicos só devem ser citados se tiverem relação com a área pretendida ou se você não possuir curso de graduação.

Uma dica: se já iniciou vários cursos e não os concluiu avalie a relação da vaga com os mesmos, pois os relacionando ao invés de lhe ajudar pode atrapalhar, pois da impressão de indecisões, falta de rumo.

Experiência profissional

Mencione nome da empresa, cargo, período de atuação e um breve resumo de suas atribuições fazendo esta leitura ajuda o selecionador a conhecer suas habilidades.  Ainda neste tópico seria interessante mencionar nome e contato para referência profissional, assim não precisa de um novo tópico (referências) no decorrer do currículo. Estágios e trabalhos voluntários também podem ser mencionados.

Idiomas

Cite o nível de conhecimento que possui, o nome da instituição, curso, data de inicio.  Se você estiver estudando deixe claro no currículo. Lembre-se que se for exigência de determinado curso/nível, você será testado e deverá comprovar o conhecimento declarado.

Outra dica, se você é brasileiro e fala português, não precisa mencionar no currículo, pois se foi alfabetizado nesta língua já se espera de fato, que tenha toda habilidade e pratica, na leitura, escrita e fala.

Informática

Coloque o nível real de seu conhecimento técnico das ferramentas de informática e internet. Seja sincero, pois quando as vagas necessitam de algum conhecimento específico, testes podem ser aplicados.

Cursos

Cite apenas os cursos relacionados à área de interesse. Coloque o tema e o nome das instituições onde foram realizados.

Seguindo os passos desse cronograma e as dicas, seu currículo ficará mais atrativo.

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Rio de Janeiro - O mercado de trabalho só deve começar a mostrar reação em setembro, na avaliação do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira. Em julho, a expectativa é de que o fechamento de vagas formais volte a superar a geração de emprego no país.

"Em julho talvez ainda não tenhamos os números desejados, mas, a partir de setembro, nós acreditamos que teremos meses bem melhores", estimou o ministro, em visita ao Rio.

O país perdeu 531.765 vagas com carteira assinada no primeiro semestre do ano, o pior resultado registrado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na quarta-feira, 27, pelo Ministério do Trabalho.

Em junho, foram fechados 91.032 postos formais, resultado ainda pior do que as previsões mais pessimistas, que esperavam a extinção de até 84,6 mil vagas.

Nogueira, entretanto, defende que já há sinais positivos nas divulgações do Caged, como a redução no ritmo de eliminação de vagas no resultado acumulado em 12 meses.

"Tivemos agora nesse mês um pequeno aumentode demissões em alguns setores, que nos afetou, mas nós estamos convictos que a tendência é reduzir. Quando você chega no fundo do poço, a gente tem areia. Quando você dá um impulso para sair, a tendência é afundar um pouquinho ainda, em razão do impulso. E esse é o impulso da economia em alguns setores. Alguns setores já se estabilizam, em outros setores está demorando um pouquinho, vai demorar ainda talvez uns três meses", avaliou o ministro.

Segundo ele, os setores que mais têm mostrado dificuldades de recuperação são o da construção civil, serviços, metal-mecânico e comércio.

"Numa grande crise, como a que o Brasil foi afetado e que levou aí a 12 milhões de desempregados, você não se recupera em três meses", defendeu. "Logo vamos chegar ao patamar normal e de retomada", completou.

Fonte: .http://exame.abril.com.br/economia/noticias/mercado-de-trabalho-deve-reagir-em-setembro-diz-ministro

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Os profissionais brasileiros têm dificuldades de reagir a situações difíceis e esperam que seus superiores tomem decisões por eles

Economia estável, consumidores comprando, empresas investindo e aumentando o quadro de pessoal. É muito mais fácil liderar num cenário favorável como esse. O que já não acontece diante de turbulências econômicas e políticas que afetam todos os setores da sociedade. Elas exigem maior proatividade e calma na tomada de decisões. O problema, segundo Adriana Gomes, consultora em gestão estratégica de carreira e professora da ESPM, é que boa parte dos líderes brasileiros, principalmente os de médio escalão, não estão preparados para enfrentar situações caóticas, como as que o País está vivendo atualmente. Entenda.

Como é possível identificar um bom líder durante crises, como a atual?

Um bom líder é eficaz. Ele consegue fazer o diagnóstico da situação e resolvê-la. Num momento de crise, ele mostra para a equipe o rumo que a empresa está tomando e, ao mesmo tempo, busca tranquilizá-la em relação ao que será feito e o que se espera dos liderados. Esse líder tem visão de futuro porque, além de comunicar, ele convida os funcionários para atravessarem juntos o momento difícil. Ele é como o capitão de um navio, que dá ordens e orienta o que deve ser feito com o objetivo de todos chegarem sãos e salvos ao destino final. Com a empresa, acontece o mesmo processo.

Como o gestor é visto quando precisa tomar medidas difíceis, como corte de custos, demissões e substituição de profissionais?

O bom líder é reconhecido pelo seu time, parceiros e sócios ao demonstrar coerência e segurança. Quando as pessoas sabem para onde estão caminhando, ficam mais tranquilas e colaboram. Se há insegurança, os sinais de estresse aumentam e a produtividade cai.

Qual é o maior desafio do gestor num momento difícil da empresa?

A demissão é um dos pontos mais difíceis, embora seja necessária para a empresa continuar funcionando. Além de dispensar o funcionário, normalmente fica uma sobrecarrega para aqueles que permanecem na empresa. Esses terão que, durante um tempo, trabalhar um pouco mais.

O líder brasileiro sabe agir diante do “caos”?

A maioria não sabe. Ainda é comum os líderes não terem iniciativa e entrar em pânico na hora de tomar decisões. Há muita dificuldade para as lideranças de médio e alto comando se apropriarem da situação e agirem. Claro que existem lideranças exemplares, mas ainda não correspondem à maioria. Para a média gerência, por exemplo, falta comando, capacidade de decisão. Ou seja, ao invés de ele tomar a decisão, joga para a liderança acima.

Por que isso ainda ocorre no Brasil?

Como disse, existe muita liderança centralizadora. Os líderes não delegam e com isso geram gargalos no processo. As pessoas ficam “infantilizadas” na sua gestão. Elas não podem tomar decisões porque alguém, acima dele, centraliza tudo. Mas também há pessoas que foram promovidas para liderança e não têm iniciativa ou perfil para ser líder. O que falta muito para se tornar um bom líder é desenvolver a capacidade comportamental, que nada mais é do que habilidade para lidar com as pessoas, saber mediar conflitos. O que se vê muito é gente com capacidade técnica demais e comportamental de menos.

 

Fonte: http://www.sm.com.br/detalhe/com-a-palavra/liderar-em-tempos-de-crise

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Com a energia elétrica cara e a restrição para uso do R22 (HCFC), o setor supermercadista tem investido em soluções energeticamente eficientes e ecologicamente corretas. Os sistemas de refrigeração respondem por uma grande parte do consumo de energia no setor varejista e, com isso, a automação tem sido uma das soluções empregadas para reduzir em curto prazo o consumo.

O investimento do segmento em eficiência energética começou com a adoção de componentes eletrônicos de controle. Em seguida, as redes passaram a utilizar conversores de frequência para controle de rotação dos compressores, bem como as válvulas de expansão eletrônica e os próprios gerenciadores eletrônicos dos sistemas de refrigeração.

A revisão de todo o sistema de refrigeração e a implantação de novos aparelhos de ar condicionado nas lojas também fazem parte da busca pela eficiência energética. Outra ação que tem sido empregada no setor varejista para poupar a energia elétrica é a implementação de portas nos balcões, tanto nas ilhas de congelados como nos balcões de resfriados, laticínios, carnes e até de frutas e verduras.

Apesar de algumas redes investirem em automação, ainda há muito que ser feito. Além de diminuir o consumo de energia, outro desafio que o setor encara é o controle de emissões de gases prejudiciais ao meio ambiente. Alguns desses gases estão sendo eliminados por meio de acordos internacionais, com o objetivo de promover o consumo de fluidos refrigerantes mais adequados ao meio ambiente. Um processo que está em andamento no Brasil é a eliminação dos hidroclorofluorcarbonos (HCFCs), muito empregado pelo setor supermercadista nos sistemas de refrigeração e de ar condicionado.

Os tomadores de decisão na cadeia alimentar têm tido dificuldades para fazer a escolha final quando se trata de refrigerantes e tipos de sistemas devido à quantidade de opções disponíveis. A refrigeração para supermercados tem sido um tema de destaque ambiental, ao mesmo tempo a eficiência energética ganhou prioridade máxima, a fim de economizar custos e reduzir a pegada de carbono.

O CO2 está emergindo como um dos refrigerantes mais eficientes, seguros e limpos para o varejo de alimentos. Só em 2015, a Danfoss viu um aumento de mais de 20% da base instalada de sistemas transcríticos de CO2 em supermercados, em comparação com o ano anterior. Impulsionada pela regulamentação do F-gás na Europa e a SNAP nos EUA, está prevista a aceleração da instalação de sistemas de CO2 em 2016 e 2017, liderada pelos principais varejistas globais.

O mercado está pronto para esta grande transformação na refrigeração do varejo de alimentos e as soluções técnicas necessárias já existem. Nos últimos 15 anos, a Danfoss e outros especialistas de refrigeração foram precursores em tecnologias para refrigeração transcrítica e hoje está disponível uma carteira de produtos completa e testada para soluções eficientes que respeitam o clima e a energia.

 

 

Fonte:http://www.ps.com.br/artigo/supermercados-miram-na-eficiencia-energetica

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Ainda há muitos supermercados que pecam nesse quesito, perdendo em imagem e credibilidade. Veja os principais pontos de atenção.

Limpeza é uma obrigação básica de todo supermercado. Apesar disso, ainda é comum encontrar lojas sujas, o que impacta diretamente na credibilidade do estabelecimento. Como o supermercado conta com vários ambientes –áreas de preparo, de vendas e exterior –, o trabalho se torna mais complexo. E isso exige cuidados específicos para os diferentes setores.

“Os supermercados possuem características próprias que devem ser levadas em conta no momento da limpeza. A atenção da operação deve ser voltada a alguns critérios básicos, como dimensão da área, tipo de piso,fluxo de pessoas e atenção com os alimentos”, afirma Sandro Haim, presidente da Abralimp (Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional). 

Segundo ele, a partir da avaliação desses fatores, é possível definir os equipamentos e insumos mais adequados para cada ambiente. Existem, por exemplo, lavadoras de alta pressão e lavadoras secadores de piso, que ajudam a economizar água, entre outros. 

Áreas de perecíveis

A limpeza deve ser feita cerca de três vezes ao dia nas seções de perecíveis, como hortifrútis, açougue e peixaria. Mas, dependendo do risco de contaminação, a frequência deve aumentar. Miguel Sinkunas, diretor da Câmara Setorial de Químicos da Abralimp, lembra da necessidade de uma correta higienização de mãos, unhas, pulsos e cotovelos dos funcionários nos ambientes de manipulação de alimentos. Além disso, no açougue e no setor de frios, as tábuas devem ser raspadas e limpas a cada corte. 

Carrinhos e cestos

Os carrinhos e cestos de compras são uma das principais fontes de contaminação, pois contêm muitos germes. Por isso, o supermercado precisa montar um programa de implementação específico. Ele deve conter a freqüência de higienização, os produtos que serão utilizados nessa tarefa e quem são os responsáveis, entre outros pontos. 

Na capital paulista está em tramitação na Câmara Municipal um projeto de lei que pretende obrigar os supermercados a realizar a higienização dos carrinhos a cada quinze dias. 

Ambiente externo

Paredes e vidros externos também merecem cuidado, pois são o cartão de visita da loja. O mesmo serve para a parte de dentro. Outro ponto de atenção são os pisos, devido ao alto fluxo de pessoas. Eles devem ser limpos de forma profunda ao final de cada expediente. Ao contrário do que se imagina, pode haver contaminação cruzada da sujeira dos pisos e dos vidros para os alimentos – ou seja, os microorganismos de uma superfície podem ser transmitidos para o produto. 

Fonte: site http://www.sm.com.br/  07/06/2016

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São Paulo - Para um recrutador minimamente experiente, é muito fácil distinguir candidatos que se expressam de forma natural numa entrevista de emprego daqueles que apenas repetem falas ensaiadas.

De acordo com Ricardo Karpat, diretor da consultoria Gábor RH, quem está seguindo um “script” costuma escapar à linha de raciocínio do avaliador com mais frequência.

“Se a pessoa está muito preocupada em dizer o que memorizou, ela acaba não respondendo exatamente ao que foi perguntado”, explica. “Quando a questão foge dos pontos que ela decorou, ela tem dificuldade de improvisar”.

Via de regra, o esforço de afirmar aquilo que o recrutador supostamente quer ouvir sai pela culatra.

“Perceber que o candidato está dizendo frases prontas, memorizadas, é algo que mina a confiança de qualquer recrutador”, explica Jorge Martins, gerente da consultoria Robert Half.

Além de depor contra a sua transparência, o comportamento de "robô” pode limitar as possibilidades da conversa. Tenso e apegado ao seu roteiro, você deixará de fazer alguns comentários espontâneos que até poderiam cativar o entrevistador.

O segredo é se preparar — e não se programar.

Para Fernando Poziomckyk, gerente da Michael Page, todo candidato deve pesquisar o máximo possível sobre a empresa, refletir sobre a sua própria trajetória e até imaginar algumas perguntas que podem ser feitas na entrevista.

Essa pré-organização mental é o que tornará o seu discurso mais espontâneo, preciso e convincente.

Também vale ter em mente algumas das frases que soam inevitavelmente robóticas para os ouvidos de um entrevistador. Confira a seguir 10 delas:

“Tenho foco no resultado"

Clichê no mundo corporativo, a afirmação só merece ser dita numa entrevista de emprego se o profissional conseguir justificá-la com fatos. “Traga um exemplo da sua trajetória, uma situação real em que você claramente priorizou os resultados sobre todo o resto”, diz Poziomczyk. Não tem nenhum exemplo para embasar a sua afirmação? É melhor não dizer nada.

“Meu principal defeito é ser perfeccionista”

Além de pouco modesta, esta frase denota que o candidato não conhece bem suas forças e fraquezas —uma capacidade que faz brilhar os olhos dos recrutadores. Isso para não falar na péssima reputação do próprio perfeccionismo. “Se a pessoa realmente só consegue entregar algo depois que estiver perfeito,ela nunca deve entregar nada”, afirma Martins.

“Estou em busca de um desafio”

Formulada com o intuito de impressionar o recrutador, esta declaração soa vaga e pouco sincera na opinião de Karpat. Afinal, diz ele, a noção de desafio pode variar muito de pessoa para pessoa. Para ser levado a sério, é melhor conversar com o recrutador sobre projetos, ambições e metas específicas que você estabeleceu para a sua carreira.

“Gosto de pensar fora da caixa”

A tentativa, aqui, é se vender como um profissional inovador, aberto a novas ideias. Porém, grande parte das pessoas que profere a desgastada expressão está atestando, ironicamente, a sua própria falta de originalidade. “É um tipo de frase feita que já não surte nenhum efeito sobre o avaliador”, afirma Poziomczyk. “Em vez disso, leve fatos que comprovem a sua criatividade”.

“Sou dinâmico / flexível / proativo / ‘mão na massa’ / ótimo em relacionamentos...”

Adjetivos são traiçoeiros: o ideal é não empregá-los nem em currículos, nem em entrevistas de emprego. Os recrutadores ouvidos por EXAME.com são unânimes no diagnóstico de que o discurso do candidato se torna pouco convincente quando ele tenta qualificar o seu próprio comportamento. Se você quer destacar algum traço da sua personalidade, é melhor fazer isso de forma indireta, com referência a feedbacks recebidos de chefes e pares no passado.

“Sempre sonhei em trabalhar aqui” 

Por mais que você tenha uma admiração sincera pelo seu potencial empregador, este é o tipo de declaração que faz você soar artificial. Segundo Martins, alguns candidatos chegam a fazer referência a memórias afetivas da infância para tentar sensibilizar o recrutador. Não funciona. “Pouco importa se você leu um livro sobre a empresa quando era criança”, diz ele. “Se você quer expressar seu respeito pela instituição, faça um comentário profissional, sobre o bom faturamento ou a transparência das política internas da empresa, por exemplo”.

“Acabei fazendo um acordo com a empresa para sair”

É delicado falar sobre desligamentos em entrevistas de emprego, mas isso não é pretexto para ensaiar uma versão fictícia da história. Quando um candidato diz que “fez um acordo” — e não que foi demitido —, muitos recrutadores ficam desconfiados. Na visão de Poziomczyk, a não ser que esse tenha sido realmente o caso, é melhor dizer abertamente que mandaram você embora.

“Não fiquei desempregado por falta de opção, tirei um tempo para mim”

Períodos sabáticos existem, mas são muito diferentes de “um tempo para você”. Segundo Karpat, a suspeita aparece porque muitos profissionais têm dificuldade de admitir que ficaram desempregados. Se você realmente tirou um sabático, é preciso completar a declaração, explicando quais foram as suas razões para fazer esse movimento e o que ele acrescentou à sua carreira.

“Não me permito errar”

O engano, a imprecisão e o fracasso fazem parte da vida das empresas. Dizer que você não aceita de forma alguma os seus próprios equívocos soa pouco simpático e, no limite, pouco humano. “Dizer isso é um grande tiro no pé”, afirma Martins. “Além de parecer só uma frase de efeito, é como passar um atestado de que você é incapaz de correr riscos”.

“Consigo me adaptar a tudo”

O exagero desta declaração não apenas soa pouco autêntico: ele também transmite uma inegável dose de insegurança. “Se o candidato me diz que abraça o que vier pela frente, o que eu entendo é ele não tem nenhum foco, ou pior, que ele está tão desesperado que topa qualquer emprego”, diz Poziomczyk.

 


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